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sexta-feira, 14 de junho de 2013

0 Rede dá passos largos e mostra a que veio

A Rede Sustentabilidade (ou simplesmente Rede) mostra a que veio. Em apenas 4 meses a Rede conseguiu bater a meta das 500 mil assinaturas dentro do prazo estipulado pelos próprios dirigentes do futuro partido, de coletar os apoios necessários até 15 de junho. Já são totalizados 523 mil apoios. Tal feito deve-se a uma mobilização nacional. O trabalho de coleta de assinaturas acontece em todo o Brasil, em movimentos populares organizados por militantes em todos os estados do Brasil. Nos últimos meses a coleta se intensificou, dando um salto de quase 300 mil assinaturas de maio a junho. No Rio Grande do Norte, grupos se mobilizam, principalmente na capital, e em outras cidades. Em Areia Branca não houve nenhuma movimentação que envolvesse a população, mas o estudante de Engenharia Química, Tiago Fernandes, declara já ter conseguido mais de 50 apoios à nova sigla e está mobilizando alguns colaboradores para uma coleta nas ruas pelos próximos dias. Em todo o estado já foram coletadas mais de mil assinaturas.


Grupo de colaboradores em coleta de assinaturas no Midway em Natal

            O processo de recolhimento de assinaturas, porém, continua, uma vez que no processo de legalização de assinaturas podem haver perdas de 30 à 40% das assinaturas, devido a erros na hora de assinar. A Rede pretende recolher cerca de 300 mil assinaturas a mais como margem de folga até o próximo mês, o que é perfeitamente possível, visto o ritmo acelerado do ultimo mês.

Tome nota

            Rede Sustentabilidade é o novo partido político que a ex-ministra do meio ambiente e ex-senadora Marina Silva esta criando. Outras figuras políticas importantes estão engajadas no processo de construção da Rede, como a vereadora por Maceió Heloísa Helena. Na legislação eleitoral vigente são necessárias cerca de 500 mil assinaturas de apoio, o que representa 0,5% do eleitorado da ultima eleição para deputados. Para que o partido se viabilize a tempo de participar das eleições do ano que vem todo o processo de legalização deve ser finalizado até outubro deste ano.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

0 Marina: marca do governo Dilma é retrocesso ambiental

Elder Ogliari | Agência Estado


Principal liderança da Rede Sustentabilidade, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva afirmou neste domingo, 26, que a principal marca do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) tem sido a do retrocesso ambiental, enquanto a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi a inclusão social e a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a estabilidade econômica.

"É no governo dela que tiraram as competências do Ibama para fiscalizar desmatamento e é no governo dela que se aprovou uma lei para dar poderes a ela para diminuir as unidades de conservação já criadas por outros governos", enumerou, para salientar que "já foram diminuídos cerca de 86 mil hectares para favorecer o licenciamento de hidrelétricas".

Marina lembrou ainda que na gestão de Dilma "se mudou o Código Florestal para anistiar quem desmatou ilegalmente 40 milhões de hectares de floresta". Ao mesmo tempo, revelou esperar que o quadro mude. "Ela (Dilma) ainda tem um ano e pouco para deixar sua própria marca e eu torço para que não seja a marca do retrocesso ambiental".

Marina conversou com os jornalistas durante passeio pelo Brique da Redenção, feira de antiguidades e ponto de encontro dos porto-alegrenses aos domingos, enquanto seus apoiadores colhiam assinaturas para a legalização de seu partido. A ex-ministra mostrou-se satisfeita porque a campanha já colheu 400 mil adesões e previu que a meta de 550 mil assinaturas será atingida até o final de junho. Ela chegou ao Rio Grande do Sul na sexta-feira à noite, quando participou de uma reunião de contadores em Bento Gonçalves. No sábado visitou uma feira ecológica em Porto Alegre. No domingo, além de visitar o Brique, reuniu-se com militantes da nova agremiação política. Nesta segunda-feira deve fazer uma visita de cortesia ao governador Tarso Genro.


Ao falar com os jornalistas, Marina tratou sua candidatura à Presidência da República em 2014 apenas como "uma possibilidade" e ressalvou que não quer fazer essa antecipação porque entende que é um erro antecipar a campanha eleitoral para um ano que deveria ser de debate de ideias e alinhamentos programáticos.

"Neste momento, estamos focados em três coisas: nas assinaturas para viabilizar a Rede Sustentabilidade, no esforço da discussão programática, porque queremos fazer um congresso da Rede em setembro, e obviamente, no esforço político do combate ao casuísmo, porque estão criando mecanismos para evitar que tenhamos acesso ao rádio e à televisão para divulgar as nossas ideias e ao fundo partidário, coisa que não foi feita para o partido do (Gilberto) Kassab (ex-prefeito de São Paulo), o PSD", ressaltou, em uma referência à proposta de restrições para a criação de novos partidos que tramita no Congresso.


Ao final da entrevista, Marina insistiu na defesa de uma mudança na política que preveja programas de longo prazo, que não mudem conforme a alternância de governos. "A agenda é essa, vamos persistir na energia limpa renovável e segura. O Brasil já tem 45% de matriz energética limpa. Esta é a agenda do Brasil para os próximos 20, 30, 40 anos".

Fonte: Portal A TARDE

quarta-feira, 22 de maio de 2013

0 Na Rede da Marina


              A ex-senadora e ex-ministra do meio ambiente do governo Lula, Marina Silva, vem rodando o Brasil inteiro em busca de apoios e assinaturas para a criação do seu partido potítico, a Rede Sustentabilidade, a fim de viabilizar sua candidatura à Presidência em 2014. 

A Rede, como será mais comumente chamada, é fruto de um movimento iniciado por Marina e simpatizantes desde sua saída do PV em 2011, para discutir novas formas de fazer política no Brasil, com respaldo ético. O novo parece mesmo o forte dessa nova força política, a começar pelo nome do ‘partido’ que em seu estatuto prevê as candidaturas independentes, o financiamento público de campanhas com teto para colaboração, a limitação a dois mandatos parlamentares, entre outros, adiantando pontos da reforma política que há anos é prometida pelos governantes. Mas para viabilizar a criação do partido a tempo das eleições de 2014 (o candidato tem que estar filiado a um partido até um ano antes das eleições) mobilizadores de todo o país estão recolhendo assinaturas. A direção da Rede estabeleceu 15 de junho como meta para a coleta das cerca de 500.000 assinaturas necessárias. Porem trata-se apenas de uma meta. Todo o processo de criação tem de ser concluído até outubro deste ano. Até agora foram recolhidos aproximadamente 350.000 apoios.

                Marina e seus companheiros lutam ainda para impedir a aprovação do projeto de lei que tem o aval do governo que impede que deputados que migrem de partido levem consigo sua fatia de tempo de televisão e fundo partidário. Se a proposta for aprovada Marina teria aproximadamente 15 segundos de televisão, enquanto a presidente Dilma teria o tempo recorde de 15 minutos, num total de 25 minutos. O mesmo Governo que apoiou a criação do PSD do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e do vice-governador do RN, Robinson Faria, hoje tenta inviabilizar a Rede de Marina a um ano das eleições presidenciais. “É claramente uma atitude casuística”, disse Marina.

                Para conhecer mais sobre a #Rede e apoiar a sua criação acesse WWW.brasilemrede.com.br, baixa as fichas de apoio e colete assinaturas. Só existe o que se faz.


 

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