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quarta-feira, 29 de maio de 2013

0 Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown cantam sobre casamento gay; ouça "Joga Arroz"

Do UOL, em São Paulo       29/05/201312h56

REUTERS/Jorge Rosenberg

Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes na época dos Tribalistas
Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown reviveram a parceria dos Tribalistas para lançar uma música pelo Casamento Civil Igualitário.  O trio lançou nesta quarta (29), "Joga Arroz", música criada para sensibilizar os deputados para a causa. 

A faixa de cerca de um minuto e meio troca os casais de ícones históricos, como Sansão e Dalila, que passa a namorar Julieta. O último álbum lançado pelo trio juntos foi o homônimo em 2002. Entre as faixas mais conhecidas do grupo estão "Velha Infância" e "Já Sei Namorar".



quarta-feira, 15 de maio de 2013

0 Marcelo D2 volta às origens em novo trabalho e fala sobre preconceito: "Homofobia é coisa de veado"

Foto: Gabriel Quintão

15/05/2013 08h00 • Luciana Rabassallo


Marcelo D2 está de volta ao rap com seu sexto álbum solo Nada Pode Me Parar, que chega às lojas em maio. Três anos após seu último lançamento, Marcelo D2 Canta Bezerra da Silva (2010), em que mergulhou na obra do sambista malandro com releituras de clássicos do gênero, o carioca classifica como uma ‘necessidade’ seu retorno ao hip hop.

“Fui tão a fundo ao samba que gravei um álbum inteiro cantando. Comecei a sentir uma necessidade de cantar rap, uma necessidade de ter uma batida. É isso o que me move. Além do mais, o rap está passando por um momento de renovação muito bacana, essa galera jovem também me motivou muito”, conta Marcelo D2 em entrevista exclusiva ao Portal Virgula.

A admiração do rapper pelo trabalho da nova geração culminou em parcerias para o disco com nomes como Renan Saman, que fez as bases de A Cara do Povo, 4:20 e Você Diz que o Amor Não Dói, além de Shock (do Start), Batoré (do ConeCrewDiretoria) e Akira Presidente, revelação do rap carioca. “O mais interessante da cultura hip hop é a liberdade. Houve um momento em que o rap ficou muito careta”, explica.

“Todo mundo tinha que seguir uma cartilha. O tal do proceder, da humildade, usar o boné de lado. A nova geração resgatou a liberdade de arriscar. Isso é o rap, beber do samba, beber do funk, beber do jazz, experimentar sem medo de errar, arriscar. Dizem por aí que está menos político, que ficou bobo. Os moleques falam de amor e qual o problema disso? O rap não precisa ser só sobre sofrimento!”

Mas não só de novos ares é feito o sexto álbum de estúdio de D2. A inspiração para o título veio de uma rima de Thaíde, que Marcelo escreveu na parede de seu primeiro apartamento, localizado no bairro do Catete, no Rio de Janeiro: “Eu estava relembrando do Skunk [falecido integrante do Planet Hemp] e de uma letra do Thaíde que diz assim: ‘Eu já caí no chão, só que me levantei/ Eu faço meu sistema, eu dito minha lei/ Nada pode me parar’. Tem tudo a ver com o momento que eu estou vivendo”.

“Eu não sou nada cabalístico, mas tenho 20 anos de carreira, 15 anos do meu primeiro disco solo e esse é meu quinto álbum. São números redondos e as letras são autobiográficas. Nada Pode Me Parar tem uma arrogância, no bom sentindo, que o rap proporciona pra quem canta. Estou vivendo essa fase de desfrutar de tudo que a música me trouxe. Hoje tenho certeza de que nada pode me parar”, afirma.



 
BRIGAS, EGO E A REUNIÃO DO PLANET HEMP

No ano em que comemora o vigésimo aniversário do Planet Hemp, banda que fundou no início da década de 90 e mistura rock, rap e hip-hop para abordar questões sociais, especialmente a legalização da maconha, D2 comenta a turnê comemorativa com o grupo e sua briga com o companheiro B Negão. “Essa confusão toda me ensinou uma coisa muito importante. Aprendi a não cair mais nas armadilhas do ego”, conclui.
 
“Eu não sei qual foi motivo da briga. Só sei que fiquei dez anos sem falar com o meu melhor amigo e me sinto um imbecil por isso. As coisas mudam, muita coisa acontece e a maturidade chega. É todo um processo. Hoje eu não agiria da mesma forma, mas agora não dá para voltar atrás”.

O Planet Hemp se separou no início dos anos 2000, e os principais integrantes do grupo seguiram carreira solo, entre eles B Negão e o rapper Gustavo Black Alien. “Hoje tenho absoluta certeza que encerramos a banda na hora certa. Não ficamos dando voltas, sendo cover da gente mesmo, massageando o ego e ganhando dinheiro fácil. Foi coerente, não acabou por uma briga, depois a gente até brigou, mas no momento foi uma coisa acertada entre todos nós.”

Após shows esgotados por todo o Brasil, a banda se prepara para gravar um DVD, nos dias 12 e 13 de julho no Credicard Hall, em São Paulo. Segundo D2, não há faixas inéditas no repertório do registro: “Antes eu falava que era impossível a volta do Planet Hemp, depois voltamos com a banda. Então, agora digo que é improvável, mas não impossível, que façamos alguma coisa nova. Inédito é o fato do Planet Hemp subir ao palco”. 


POLÍTICA, RELIGIÃO E DESCRIMINALIZAÇÃO DAS DROGAS

Defensor ferrenho da descriminalização da maconha, Marcelo D2 foi preso em 1997 após um show do Planet Hemp em Brasília, por apologia ao uso de entorpecentes. Dezesseis anos depois, nada mudou em relação ao trato das drogas no Brasil. Na opinião do rapper, estamos atrasados nesse questão: “É estranho falar sobre isso hoje. Esse debate sobre drogas, casamento gay e direitos das mulheres soa velho, antiquado, ultrapassado. Não tem que haver esse tipo de discussão em 2013, isso é coisa da década de 80”. 

Foto: Gabriel Quintão

Segundo o músico, a mistura entre religião e política é um fator que torna a sociedade ainda mais intolerante: “Eu tenho certo receio disso, sabe? Religião cria fanatismo, ortodoxos que acham que o Deus deles é melhor que o seu. Isso é perigoso. As pessoas mais instruídas se aproveitam da religião para manipular a fé alheia, manipular a vida do outro. Coitados dos que são manipulados e ainda mais coitados somos nós, que temos que aturar esses chatos!”. 

“As religiões são contra as drogas, os gays, os brancos e os negros. São contra qualquer coisa que não seja manipulada por eles. Como pode um padre que come criancinhas afirmar me representa perante Deus?  A mesma coisa se aplica ao preconceito. Homofobia é coisa de veado. De quem tem medo de se envolver com alguém do mesmo sexo e gostar. Por isso esse ódio tão grande contra algo que não diz respeito ao outro”, finaliza. 

Fonte: UOL Músicas.

terça-feira, 14 de maio de 2013

0 O Rappa supera conflitos e se prepara para lançar o primeiro disco em 5 anos

Falcão fala sobre o single “Anjos (Nunca Tem Fim)” e conta como o grupo deixou para traz um período sombrio para voltar a fazer música

Jefferson Bernardes / Preview.com

por BRUNA VELOSO
14 de Maio de 2013 às 18h48min

Foram cinco anos sem músicas inéditas até esta terça, 14, quando O Rappa lançou “Anjos (Nunca Tem Fim)”, o primeiro single de um disco que chegará no dia 12 de agosto. Nos anos que sucederam o último álbum, 7 Vezes (2008), os integrantes permaneceram em um longo e cansativo período em turnê, tiraram férias, investiram em projetos paralelos – e passaram por muitas turbulências, que por pouco não comprometeram o futuro do grupo.

Falcão, vocalista d’O Rappa, conta que essa música sintetiza, para eles, um momento de superação. “[O primeiro single] tinha que ser alguma coisa que emocionasse a gente, e que tivesse a ver com o momento que estávamos vivendo. Um momento de acreditar realmente que as coisas podem mudar”, explica Falcão à Rolling Stone Brasil.

Apesar de refletir esse retrato atual, a faixa foi composta há cerca de três anos por Falcão, na casa dele. “Ela veio pronta, de coisas que aconteceram na minha vida nesses últimos quatro ou cinco anos. Amigos meus que tiveram doenças, câncer. Mas nunca foi levando nada disso para a tristeza, é sempre com um sorriso na cara e uma força gigante para batalhar.” O refrão, que tem o verso “Pra quem tem fé/ A vida nunca tem fim” chega a remeter a outro acontecimento que abalou Falcão recentemente – a morte de Chorão, amigo e vocalista do Charlie Brown Jr. “Ele faz parte das pessoas que, para mim, nunca irão morrer”, afirma ele, que teve ajuda do produtor Tom Saboia para finalizar a letra.

Segundo o vocalista, os fãs d’O Rappa podem esperar um disco no qual, assim como nos outros cinco trabalhos de estúdio do quarteto, “há de tudo um pouco e você continua não sabendo se O Rappa é rock, se é reggae, se é isso, se é aquilo”. Serão entre 10 ou 12 músicas na tracklist – eles estudam a possibilidade de dar duas delas de presente aos fãs, mas ainda não decidiram como. Haverá também duas participações especiais brasileiras (uma mulher e um homem, que ele ainda não pode revelar) e outras internacionais.

São canções que brotaram de um conflito, e que agora surgem para reafirmar a unidade d’O Rappa como banda. “Anjos (Nunca Tem Fim)” é uma das faixas que nasceram exatamente no turbilhão de um período sombrio na trajetória do grupo. “Pessoas, empresários se meteram no meio da gente. Chegamos a um momento que até a banda...”, diz Falcão, fazendo uma rara pausa durante a conversa. “Precisava ter uma conversa com o [guitarrista] Xandão, eu já estava quase numa vibe de fazer uma carreira solo. A gente estava tretado, mas era só uma questão de conversa.”

“Algumas bandas sobem no palco fingindo. Eu não conseguiria subir no palco não falando com o Xandão. Eu nem queria que a banda voltasse – eu queria que a gente voltasse a ser amigo”, enfatiza o vocalista.

Falcão vive o momento de se focar completamente n’O Rappa, mas os planos de uma carreira paralela à banda continuam. “Meu disco solo é uma experimentação de tantas outras que podem vir, ou pode ser uma coisa só. Pode até demorar para sair, mas eu tenho ele comigo”, revela, querendo, no entanto, deixar claro que sua banda principal está em primeiro lugar. “Tudo que eu conquistei foi por causa do Rappa, e o melhor do Rappa é o que a gente ainda tem para mostrar.”

Ouça "Anjos (Nunca Tem Fim)" abaixo:





Fonte: Rolling Stone.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

0 Reggae é boa opção neste sábado na Praia de Upanema!


O movimento Reggae Areia Branca, realiza neste sábado, 04 de maio, a partir das 21 horas show com a Banda MOVENATION Fortaleza. O evento será realizado no Quiosque de  Toinho do Boné na Praia de Upanema - Areia Branca/RN. Maiores informações: 8857-0743.
 

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