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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

0 "Favela" ameaça meio ambiente de Porto do Mangue


O município de Porto do Mangue no litoral potiguar é conhecido por suas belezas naturais incomparáveis, como as famosas dunas, lagoas, rios e praias, motivo este que atrai cada vez mais turistas de todas as partes do Brasil e eté do exterior. 


Mas nem tudo são flores e beleza nesse paraíso criado por Deus. Recentemente começaram  a  erguer uma "favela" na localidade conhecida como Pontal, em frente a Ilha da Costinha e já conta com 12 barrocos de madeira em plena área de proteção ambiental permanente.  Além das dunas, o local é cortado pelo rio das conchas e nas suas margens existem longas faixas de manguezais, responsáveis pela vida de peixes, crustáceos, aves e  todo o eco sistema da região.


Porto do Mangue é um município pequeno com cerca de 5 mil habitantes e inexiste praticamente nenhum déficit habitacional na cidade. Portanto, a invasão da localidade e a construção dos barrocos, não tem nenhuma finalidade social, apenas econômica e visa exclusivamente beneficiar alguns com a posse irregular. Além de um crime ambiental, comete-se também um crime patrimonial contra o povo porto-manguense e seus visitantes. 


Espera-se que a administração de Porto do Mangue e seu prefeito  Francisco Gomes Batista -Titico do (PMDB) tomem as devidas providências através dos órgãos ambientais do município, estado e união (IDEMA e IBAMA) e não permitam a consumação de um grave crime contra o meio ambiente da cidade e seu maior patrimônio, uma natureza bela e espetacular que pertence a todo o povo.

domingo, 15 de setembro de 2013

0 Prefeitura não respeita meio ambiente e foi flagrada cometendo crime ambiental


A Prefeitura Municipal de Areia Branca, administração "Viva o Progresso" foi flagrada pelos órgãos ambientais cometendo crime contra a natureza no Povoado de Redonda.

No sábado, 14, técnicos do IDEMA estiveram na comunidade da Redonda para impedir que a Prefeitura Municipal de Areia Branca cometesse grave crime ambiental contra nossa querida Cidade. Estavam fazendo movimentação de Dunas que traria um grande mal no futuro, para o próprio Povoado e seus habitantes.


Deveriam ter feito o projeto e submetido aos órgãos responsáveis para análise e aprovação.
É o costume de desobediência às Leis. Sempre agem para levar vantagem.

O Povoado de Redonda merece e deve ter um acesso à Praia, entretanto obedecendo as Leis Ambientais vigentes.

Querem fazer com a praia da Redonda o mesmo que fizeram com a praia do Meio, ou seja, acabar com suas dunas. 

A natureza é o maior patrimônio que Areia Branca possui e é de propriedade do povo. Não se pode permitir tamanho absurdo em prejuízo das gerações presentes e futuras da salinésia. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

0 AL cria grupo de trabalho para implementar Código Florestal no RN


Sensibilizar e mobilizar a sociedade para que fique atenta ao cumprimento do novo Código Florestal e para que participe do monitoramento de sua implementação no Rio Grande do Norte são dois pontos a serem seguidos pelo grupo de trabalho lançado na tarde desta quarta feira (12), em reunião realizada na Assembleia Legislativa.
 
“Esse é um grande desafio que temos pela frente, principalmente com a implementação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) que é um registro eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais. O CAR tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente - APP, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país”, afirmou o deputado Fernando Mineiro, coordenador da reunião.
 
O grupo será aberto e começa a trabalhar com representantes da Assembleia Legislativa, do Idema, Ibama, Anamma, S.O. S  Mata Atlântica, Fetarn, Fetraf, e Incra, que participaram da reunião.
 
Ficou decidido que no próximo dia 25, às 15h haverá uma nova reunião no Idema, para a qual serão convidados o Fórum de secretários municipais e a Emater, com quem o Idema fará parceria para o cadastramento das propriedades do Rio Grande do Norte.
 
O grupo de trabalho criado hoje integra a Frente Parlamentar Ambientalista do Rio Grande do Norte que tem como objetivo assegurar a discussão da agenda ambiental pelo Legislativo, bem como apoiar políticas públicas e ações governamentais e da iniciativa privada, que promovam o desenvolvimento sustentável no Estado.
 
Da AL

terça-feira, 4 de junho de 2013

0 Dia do Meio Ambiente na CIMSAL

Comunicado público



Dando continuidade aos trabalhos na área Ambiental e atendendo aos requisitos de sua politica, a CIMSAL através da salina pedrinhas, promoverá no dia 06/06 o "Dia do Meio Ambiente".


Para o evento, programamos palestras (Conhecendo o ambiente hipersalino/Ações socioambientais realizadas pela CIMSAL), visita a salina, visita ao horto de mangue e replantio da muda de mangue em torno do rio.


Foram convidados para o evento alunos, comunidade de pedrinhas, Gerência Ambiental do município... entre outros.



CIMSAL também é conscientização Ambiental!



Nota do Blog: Parabéns a empresa CIMSAL por essa iniciativa de valorização e conscientização da necessidade de respeito e preservação do meio ambiente. A natureza e Areia Branca agradecem!!! 

Aldo Almeida



sábado, 25 de maio de 2013

0 Brasileiros acham 2 novas espécies de aracnídeos em cavernas do Nordeste


Maio - Grupo brasileiro descobriu duas novas espécies de aracnídeos escavadores em cavernas úmidas de ecossistemas áridos da região Nordeste. "Rowlandius ubajara" (imagem A) e "Rowlandius potiguar" (machos nas fotos B e C; fêmea na imagem D) pertencem a uma ordem de aracnídeos que tem entre dois e cinco milímetros de comprimento que é parente de escorpiões, aranhas e carrapatos, descreve artigo na Plos One. "As novas espécies foram descritas a partir de características microscópicas de seus genitais, que os diferencia de outros animais do mesmo gênero", explicou biólogo Adalberto José dos Santos, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais)

Um grupo de pesquisadores brasileiros descobriu duas novas espécies de aracnídeos escavadores no Nordeste do país e explicou o feito em artigo publicado nesta semana no periódico científico Plos One.

A descoberta eleva a quatro o número de aracnídeos escavadores até agora descritos no Brasil e para 25 os conhecidos em toda a América do Sul, disse o biólogo Adalberto José dos Santos, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e um dos responsáveis pelo trabalho.

Os animais, que pertencem ao grupo chamado de Schivomida, parentes dos escorpiões, aranhas e carrapatos, foram encontrados em cavernas úmidas de ecossistemas áridos da região Nordeste.

A primeira espécie, encontrada no Parque Nacional Ubajara, no Ceará, recebeu o nome de Rowlandius ubajara. Os animais foram encontrados em regiões de cavernas em uma área remanescente de Mata Atlântica entre a Caatinga. Já a outra espécie, descoberta em uma região de Caatinga no Rio Grande do Norte, recebeu o nome de Rowlandius potiguar.

Segundo Santos, estes aracnídeos se alimentam de sementes depositadas nas cavernas e de outros pequenos insetos, atraídos pelas fezes dos morcegos que habitam as cavernas, e que capturam as presas com um par especial de patas.

"Embora sejam de cavernas, há evidências que uma das duas espécies pode ser encontrada fora de cavernas e poucos indícios que estejam exclusivamente adaptados à vida na escuridão", afirmou o biólogo.

Os Schivomida, com cerca de 240 espécies descritas em sua maioria em regiões tropicais do México e do Caribe, são uma ordem de aracnídeos que têm entre dois e cinco milímetros de comprimento e, justamente por conta de seu tamanho, são raros e pouco estudados pelos cientistas.

As duas novas espécies de aracnídeos têm o que os pesquisadores chamam de falso olho, também comum em outros animais do grupo Schivomida. Eles possuem uma membrana no lugar dos olhos e acredita-se que os animais se orientem, não pela visão, que provavelmente é ruim, mas por outros sensores.

"As novas espécies foram descritas a partir de características microscópicas de seus genitais, que os diferencia de outros animais do mesmo gênero", explicou Santos.

De acordo com o biólogo, a descrição acrescenta componentes até agora desconhecidos à já rica biodiversidade brasileira e mostra o país como habitat de espécies que são mais comuns no Caribe e em áreas tropicais da América Central e do Norte.

As novas espécies foram descritas em artigo assinado por Santos, que é especialista em aracnídeos; por Rodrigo Lopes Ferreira, pesquisador da Universidade Federal de Lavras e que colheu as espécies; e por Bruno Alves Buzatto, que é especialista em variações morfológica particulares entre artrópodes machos.

Fonte: UOL Notícias - Meio Ambiente

quinta-feira, 9 de maio de 2013

0 Deserto de Alagamar em Porto do Mangue/RN se transforma num jardim do Éden.


Com a chegada da estação das chuvas aqui na região da Costa Branca no Rio Grande do Norte, as paisagens mudam do dia para a noite. As vegetações, antes secas e de dor cinzenta, ganham um verde esplêndido e vivo e lagos e lagoas logos se transformam em verdadeiras piscinas a céu aberto, para a alegria de milhares de aves migratórias. 


Exemplo disso é Alagamar no município de Porto do Mangue no Rio Grande do Norte. A cerca de um mês atrás, essa região era seca, um deserto, cheio de carcaças de animais mortos e agora, um verdadeiro jardim do Éden na terra. 

O local já serviu de cenário para o filme "Maria mãe do filho de Deus" e a cena de Jesus sendo tentado no deserto foi realizado aqui mesmo. É o milagre da mãe natureza transformando desertos em oásis.

Ao vislumbrar esse cenário maravilho, a caminho de Carnaubais/RN me lembrei de uma passagem bíblica que diz: E o SENHOR te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam. 
Isaías 58:11








quinta-feira, 18 de abril de 2013

0 Era uma vez...


Banhista caminhando ao lado da cerca erguida ao longo da praia do Meio


Uma linda praia, com areias alvas e dunas que lembravam o deserto do Saara. Suas águas límpidas, mornas e bem salgadas, com cores azuladas e verdes e ondas tranquilas, permitiam banhos e mergulhos perfeitos de crianças e até velhos sem perigo algum.

Escalar as suas dunas e depois descer bolando na areia, era pura adrenalina, aventura e emoção. Todos queriam brincar e a alegria era contagiante, mesmo dando um friozinho na barriga, devido à altura.

Por sua localização privilegiada e próxima a cidade, era considerada a Praia do Povo.

Todos podiam acessar a pé esse paraíso e era programa certo de muitas famílias nos finais de semana. O acesso se dava por um beco, entre os muros de uma salina e de um estaleiro e logo em seguida, caminhávamos ao lado de uma maré com muitos barquinhos de pesca, além de uma barcaça velha que estava encalhada lá e que achávamos se tratar de um navio pirata e mal assombrado. Nesse trecho do caminho, os passos das crianças aceleravam e os corações batiam mais fortes, por causa das histórias dos mais velhos.

Mas a frente, passávamos a caminhar por uma estrada de terra e ao lado, muitos manguezais com suas plantas, caranguejos e maria-farinhas, que se destacavam por sua cor vermelha com pontinhas brancas, em contraste com o escuro da lama do mangue.

De longe, podíamos avistar as suas dunas e as salsas, que seguravam as “montanhas de areia”.

Nas lembranças de minha infância em Areia Branca/RN, a praia do Meio, foi um dos lugares que mais deixaram recordações e saudades na minha memória, alma e coração.

Guarita de acesso a NORSAL e a praia do Meio

Infelizmente hoje, esse paraíso foi praticamente devastado pela exploração comercial do sal e privatizado para servir aos interesses de um grupo empresarial da cidade, a NORSAL. O acesso de pedestres e veículos ficou restrito e as dunas foram extintas.

Banhista acessando a praia do Meio por meio de uma passarela. 


Em recente visita a praia do Meio, pude perceber a dimensão das agressões ambientais que esse lugar vem sofrendo ao longo dos anos e para piorar ainda mais as coisas, uma cerca vêm sendo construída na extensão da praia, restringindo ainda mais, o acesso de banhistas, com a desculpa de um programa de recuperação ambiental.

Suposto programa de recuperação ambiental da praia do Meio

Vale lembrar, que as faixas litorâneas são área de marinho, e, portanto de uso comum do povo e não de indivíduos ou grupos particulares.

Cerca construída ao longo da praia do Meio

Faz-se urgente a intervenção de órgãos ambientais de âmbito federal, estadual e municipal, como IBAMA, SPU, IDEMA, MPF, Prefeitura Municipal e demais autoridades para dar um basta em mais um crime ambiental praticado contra a praia do Meio e restabelecer o acesso irrestrito do banhista e devolver ao povo areia-branquense, a PRAIA DO POVO!

Placa proibindo a ocupação por se tratar de área de praia e bem de uso comum do povo


 

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